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Solidariedade entra em campo


A bola não rola apenas para ver 22 jogadores exaustos. O futebol é muito mais amplo quando se tem uma causa para defender. Os veteranos da Sociedade Esportiva Irineu e o Grupo de Ação Social Jogando com Fé estarão atuando no próximo domingo, dia 23, a partir das 15 horas, no CT Irineu, no Cubatão, com objetivo de reunir recursos para custear o tratamento da jovem Estefani, que tem câncer de útero. As duas equipes têm em cada lado um responsável por esta iniciativa das mais válidas. Netinho, da Sociedade Irineu, e Nandinho Cysne, do Jogando com Fé, são os craques desta solidariedade. A ajuda dos times e de todos poderá ser através de valores que variam de 10 a 20 reais, ou de quem possa ajudar com um pouco mais.

Outra promoção deste gênero, misturando bola e solidariedade, ocorre neste domingo, dia 16, a partir das 9 horas, no Ouro Verde, na região do bairro Vila Nova. O Porto Futebol Clube e os Amigos do Jamil também buscam se exercitar para colaborar com donativos para as pessoas carentes. O futebol entra campo também para auxílios humanitários.

(Foto: Divulgação)

Os times de futebol e a comunidade juntas para uma boa causa


Rei do acesso chegou no Gualicho

Ele estava mapeado para ser o treinador alvinegro em 2020, mas a chegada da pandemia mudou os planos pelos lados do Ernestão. Desta vez, Pedro Maga está confirmado para comandar o Caxias nesta temporada na Segundona e com a missão de estar entre os dois classificados para a Primeirona de 2023.

Pedro Maga atuou na Segundona do ano passado no Aventureiro. Em 2019, no Estrela do Sul, conseguiu a classificação inédita do time de Deca Porcina para a elite do futebol de Joinville. Este é o desejo do Caxias desde que voltou aos gramados e, no ano passado, quase conseguiu ao fazer uma das semifinais com a Sercos.

A trajetória de Pedro Maga como treinador do futebol amador joinvilense incluiu o título da Terceirona com o Flamenguinho, em 2011, pelo Atlanta, em 2013, e com o União Timbé, em 2015. O treinador tem quatro acessos: Fluminense do Itaum, Tamandaré, Santos Dumont e Estrela do Sul. Ele também atuou no 7 de setembro de Araquari, Aventureiro, Aviação, Estacaville.

Pedro Maga (à esquerda) é recepcionado pelo diretor Marcelo Niehues

Foto: divulgação/Caxias


Taxa de arbitragem na berlinda

Vira e mexe, tem alguém desavisado que coloca em dúvida o valor pago para custear a atuação da arbitragem em diferentes campeonatos promovidos pela LJF (Liga Joinvilense de Futebol). Um dirigente de time que disputou a Segundona quer defender a causa da “arbitragem a custo zero” para os clubes. Não há como fazer uma pessoa sair de sua residência para atuar sem nenhuma segurança nestes jogos e não receber pelo seu trabalho. As causas do futebol amador de Joinville precisam ser defendidas por dirigentes com o mínimo de conhecimento do terreno aonde estão pisando. São bem outras e diferentes as bandeiras que precisam ser levantadas e defendidas pelos dirigentes. E nunca achar que um serviço de tamanha relevância seja considerado como um favor. Demagogia barata.

Calote já está ocorrendo há anos

Deixar de pagar a taxa de arbitragem é incitar ao calote. Aliás, a LJF já convive com maus pagadores há muito tempo, mas o presidente Laudir Zermiani prefere levar o assunto em banho-Maria. Muitos clubes ficam com as anuidades em atraso e ainda se consideram os donos da situação. A questão de patrocínios, sem depender das esmolas do poder público, precisam de um departamento especializado em marketing. Este detalhe a LJF está buscando se atualizar com pessoas do seu próprio quadro, com graduação nesta área, e que podem apresentar resultados ainda nesta temporada. Quem sabe uma associação de imobiliárias como um patrocinador master. E até algum advogado magnânimo com a disposição de sugerir e redigir a minuta de um bom contrato de patrocínio. A ideia é interessante, pois as ajudas precisam vir de todos os lados.

Comendadores José Mira e Wilson França

A comunicação de Joinville poderia indicar dois nomes para ocupar o nobre espaço dedicado aos comendadores do esporte de Santa Catarina. José Antônio de Mira, o Não Há Dúvidas, e Wilson Leonel Pinto de França, o Nosso, Nosso, Nosso, têm atuação de destaque nas últimas quatro décadas quando o assunto é esporte amador ou profissional.

França, um assumido dinossauro da crônica esportiva, esteve em muitas jornadas memoráveis de diferentes modalidades e, principalmente, do JEC. Locutor, com livre trânsito entre os torcedores joinvilenses, foi também ousado em comandar duas equipes em prefixos diferentes do rádio da cidade. A equipe que formou para a cobertura dos Jogos Abertos de 1982, em Itajaí, revelou alguns comentaristas, como são os casos de Carlos Luiz Weber e Paulo Coutinho. Mira, com atuação no jornalismo escrito e na radiodifusão, está em mais uma jornada na presidência da Acesc (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de Santa Catarina). Currículo é o que não falta para ambos e que mereceriam receber esta honraria do CED (Conselho Estadual de Desportos), que precisa tirar os olhos e os pés unicamente da ilha. LETRINHAS DO RDB com Roberto Dias Borba

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