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Professor suspeito de pedofilia em Joinville está preso no Rio Grande do Sul


divulgação


O professor de química, de 34 anos, que atua no Ensino Fundamental de Joinville, foi detido na última terça-feira (9/11) numa ação conjunta entre as polícias de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O suspeito teria orientado um pedófilo de Pinheiro Machado/RS a usar medicamentos para sedar a enteada de oito anos durante abuso sexual. O fato foi descoberto no início do ano e o criminoso gaúcho foi preso. Os agentes descobriram várias trocas de mensagens sobre os produtos químicos e imagens com pornografia infantil. O investigado também responde por outro inquérito aberto em Joinville. O professor está agora no presídio de Bagé à disposição das autoridades. Para não expor as vítimas, o nome dele não foi revelado, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.

As investigações da polícia demonstraram que o suspeito orientou o pedófilo gaúcho por várias vezes.

Após a denúncia da mãe da criança, foi descoberto o abuso sexual, que ocorria, pelo menos, desde o ano passado, e o suspeito, padrasto da vítima, foi preso. Com a apreensão do celular do criminoso, foram confirmados vários contatos com o professor que atuava em Joinville.

Nas mensagens o professor e o padrasto da vítima trocavam fórmulas, nomes de equipamentos para dopar e sedar a menina, fotos com pornografia infantil e informações sobre como aliciar crianças pelas redes sociais.

Com a investigação da polícia gaúcha, o professor teve mandado de prisão decretada. No Rio Grande do Sul, as autoridades entenderam que ele também deve responder pela participação no estupro de Pinheiro Machado e por pedofilia na internet.

Como vários vídeos com conteúdo sexual foram apreendidos na casa do professor em Joinville na última terça-feira, outro inquérito policial foi instaurado em Santa Catarina para apurar produção e armazenamento dessas imagens. A polícia quer saber se o professor investigado aliciou outras crianças e se praticou algum abuso sexual de forma direta contra as vítimas.

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