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Lá vem o sol


Especialista recomenda cuidados com o sol


O verão inicia oficialmente no dia 21 de dezembro, mas após um período de chuvas e temperaturas amenas no norte de Santa Catarina o sol voltou a dar o ar da graça. Com o calor e o astro-rei brilhando acontece a corrida às praias. Muita gente se expõe ao sol em busca do bronzeado ideal ou de seus benefícios. Há também aquele grupo de pessoas que não tem opção. O trabalho exige longa permanência sob o sol.

A exposição solar excessiva é o principal fator de risco para o câncer de pele. No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o tumor mais frequente em ambos os sexos.

As pessoas que se expõem ao sol de forma prolongada e frequente constituem o grupo com maior risco de contrair câncer de pele, principalmente aquelas de pele, cabelo e olhos claros. Grupo muito comum na região de Joinville.

Habitualmente, crianças se expõem anualmente ao sol três vezes mais que adultos. Pesquisas indicam que a infância é uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol e a exposição cumulativa e excessiva durante os primeiros 10 a 20 anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele na fase adulta ou velhice.

O clima tropical, a grande quantidade de praias, a ideia de beleza associada ao bronzeamento, principalmente entre os jovens, e o trabalho ao ar livre - por exemplo, na construção civil e na lavoura- favorecem a exposição excessiva à radiação solar.


Alerta de especialista


O médico dermatologista Luciano Morgado, em entrevista ao Agência Brasil, falou dos prejuízos e benefícios da exposição ao sol.

Segundo ele, estudos mostram que a exposição em pequenas quantidades em apenas uma parte do corpo (membros inferiores, por exemplo), por pouco tempo (20 minutos por três vezes na semana), seriam suficientes para a produção de vitamina D.

O dermatologista alertou para a necessidade de se criar o hábito de usar o protetor solar. Ele explicou ainda que do fator 30 para o 60 não dobra a proteção e sim aumenta a durabilidade na pele. Para dia a dia, o fator 30 é o suficiente.

Sobre a produção da vitamina D, ele ressaltou a importância também de acompanhamento médico.

O período contraindicado de exposição prolongada ao sol considera o horário com maior incidência de raios ultravioletas do tipo B. Três horas antes e depois da metade do dia, ou seja entre 10h e 16h. No Brasil os níveis de radiação são altos durante todo o dia e nesta faixa horária os níveis são extremos.



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