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Justiça acata pedido de Paulo Ricardo e decreta fim da RPM

Banda RPM estourou nos anos 80



Paulo Ricardo conseguiu, na Justiça de São Paulo, que o guitarrista Fernando Deluqui, seu ex-parceiro, fosse proibido de usar a marca RPM. O músico tem feito shows pelo Brasil, com banda de mesmo nome, com três novos parceiros, Dioy Pallone e Kiko Zara e Gus Martins.


O cantor entrou com uma ação alegando que este novo grupo é uma “banda cover” e que não deve ser associado ao grupo de rock que fez muito sucesso nos anos 1980. “Muitos fãs e consumidores acabam por ser enganados. Acreditam adquirir ingressos e produtos do RPM quando em verdade é de outra banda”, declarou Ricardo.


O guitarrista já recorreu da decisão.


Guitarrista se defende


Deluqui disse à Justiça que, após várias idas e vindas do RPM, Paulo Ricardo foi excluído da banda por ter descumprido contratos, assim como um acordo judicial com os demais integrantes.


"A bem da verdade Paulo Ricardo, desde a fundação da banda, sempre teve como foco principal o individualismo e sua carreira solo e nunca teve o mesmo espírito de grupo que os demais integrantes", afirmou.


Deluqui declarou no processo que, um documento assinado em 2011 por todos os membros, "assegura a continuidade da banda mesmo com a saída, voluntária ou não, substituição ou exclusão de qualquer dos seus integrantes".








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