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Deltan Dallagnol cassado



Por unanimidade, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram na terça-feira (16) cassar o registro de Deltan Dallagnol (Podemos) como deputado federal.

O relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, afirmou que Dallagnol cometeu uma "fraude" contra a Lei da Ficha Limpa ao pedir exoneração do Ministério Público Federal (MPF) 11 meses antes das eleições, enquanto enfrentava processos internos que poderiam levar à sua demissão — e, em consequência, à sua inelegibilidade.

"Deltan exonerou-se do cargo com o intuito de frustrar a incidência de inelegibilidade e, assim, disputar as Eleições 2022", declarou o relator.

"Ele se utilizou de subterfúgios para se esquivar de processos administrativos-disciplinares ou outros casos envolvendo suposta improbidade administrativa e lesão aos cofres públicos. Tudo isso porque a gravidade dos fatos poderia levá-lo à demissão."

Gonçalves mencionou que o ex-procurador e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato já havia sido condenado a penas de advertência e censura e que ainda "tinha contra si 15 procedimentos diversos em trâmite no Conselho Nacional do Ministério Público.




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